JSD no executivo camarário

No passado dia 11 de março, Beatriz Schulz, presidente da mesa da assembleia de militantes da JSD Tomar, tomou posse como vereadora da oposição, em regime de substituição, na Câmara Municipal de Tomar.

A JSD Tomar congratula-se com esta tomada de posse, não só pelo facto da Juventude Social Democrata de Tomar estar assim representada num órgão da importância do executivo camarário, mas especialmente por toda a juventude tomarense ter agora uma voz ativa na defesa dos seus interesses junto do município.

É de salientar a existência de um vereador jovem social democrata no nosso concelho, o que comprova o mérito e a competência dos nossos jovens nos diferentes órgãos autárquicos, desde assembleias de freguesia à assembleia municipal e agora também na câmara municipal.

Os jovens autarcas social democratas de Tomar são hoje elementos de destaque nas funções que desempenham, através da apresentação de várias propostas e uma postura responsável, em prol da juventude do nosso concelho.

Neste espírito, Beatriz Schulz estreou-se com a apresentação de duas propostas, “Skate Parque” e “Gabinete de Apoio ao Portugal 2020”, bem como uma recomendação sobre a limpeza de Tomar.

Votos de muito sucesso Beatriz!

A grande prova dos 9

Recentemente fomos confrontados (e até sobressaltados!) com um ponto de viragem no ciclo político tradicional que, apesar de expectável, aconteceu na Grécia, onde foi quebrada uma hegemonia governamental dos partidos do Centro Direita e Socialista, os quais ao longo da história democrática deste país foram alternando no poder, abrindo agora passagem à Coligação de Esquerda Radical, mais conhecida no mundo pela abreviatura de Syriza.

Depois destes factos, é possível retirar algumas ilações capazes de traduzir o estado de espírito dos cidadãos gregos, de modo a objectivar os resultados eleitorais verificados:

  1. Descontentamento e desilusão pelas políticas “tradicionais” que vigoraram até à data no Estado Helénico;
  2. Descrédito e insatisfação pela classe política e pelo seu sucessivo e falhado desempenho de funções;
  3. Procura insaciável de alternativas que transmitissem esperança e confiança ao país, mas sobretudo às gerações mais jovens.

Estas três premissas, aliadas à frágil situação económico-financeira e à instabilidade do estado social (ambos expostos e esmiuçados pelos Média, desde a crise de 2008), empurraram os eleitores gregos para os “braços” de uma organização radical, baseada, por uma lado, num discurso ofensivo quanto às políticas e opções dos “parceiros institucionais” (BCE, FMI e C E – na linguagem corrente, a Troika) e, por outro lado, com o recurso às promessas de facilidades para iludir um povo saturado e empobrecido com tantas medidas de austeridade.

No entanto, é essencial relembrar que a legitimidade do novo governo grego é exactamente igual à dos seus antecessores e também idêntica à dos restantes governos europeus eleitos, faltando agora colocar em execução todas as medidas e propostas que irão ser postas em prática (após validadas e aprovadas pela UE), tanto no curto como no médio/longo prazos do seu mandato.

Por conseguinte, pese embora as diferenças, fazendo a transposição para o panorama local, o Partido Socialista tomarense (vencedor das eleições de Setembro 2013) enveredou por um “roteiro político” muito idêntico ao dos radicais gregos, isto é, optou por elaborar um programa eleitoral que assentava em “medidas fáceis” para resolver a maior parte das debilidades/fragilidades do concelho nabantino, nomeadamente:

– questões relativas ao mercado municipal e à zona do flecheiro;

– matérias respeitantes à falta de investimento privado e à criação de emprego;

– questões referentes à divida autárquica e ao serviço da divida, entre outras.

Todavia, volvidos praticamente dezoito meses do mandato socialista, os tomarenses ainda esperam (e até desesperam!) pelas promessas eleitorais que lhes foram anunciadas, pois pela forma como foram apresentadas seriam objectivos “básicos” e de fácil resolução, onde os anteriores executivos tinham tentado intervir mas sem resultados palpáveis para os nossos conterrâneos (provavelmente por serem matérias demasiadamente “simples”!…)

Em suma, o governo grego ainda está com algum tempo e em situação de esclarecer os eleitores sobre o cumprimento das suas propostas, o quanto estas terão que ser rectificadas e adaptadas à realidade do seu país, e até já conseguiu da U.E. uma dilatação do prazo de 4 meses para a sua economia “respirar”, ao contrário dos socialistas tomarenses que continuam a “sufocar” a economia local, e estão agora sujeitos a uma verdadeira “grande prova dos nove” da governação concelhia, obrigando-os a multiplicarem-se em explicações e justificações perante o eventual (e mais que provável!) falhanço das suas principais bandeiras eleitorais.

Guilherme Silva
Secretário-geral da JSD Tomar

“Carta Social do Concelho de Tomar” e “Tomar + Oportunidades”

No dia 25 de fevereiro realizou-se mais uma sessão ordinária da Assembleia Municipal de Tomar, onde tive oportunidade de apresentar duas propostas: “Carta Social do Concelho de Tomar” e “Tomar + Oportunidades”.

É para mim motivo de orgulho, enquanto jovem autarca e presidente da JSD Tomar, constatar que num total de 5 propostas levadas a votação, 2 propostas foram produzidas pela JSD e defendem temas tão importantes, quanto a ação social e o emprego.

A primeira proposta, “Carta Social do Concelho de Tomar”, consiste precisamente na elaboração de uma Carta Social para o nosso concelho. A Carta Social é um documento que analisa o território concelhio face às várias  valências de ação social e aponta caminhos orientadores para a atuação no terreno, bem como metas programáticas e temporais, em relação à necessidade de novos equipamentos, reformulação dos existentes, atribuição de apoios ou introdução de respostas inexistentes no concelho.

Esta proposta faz ainda mais sentido num concelho como Tomar, riquíssimo em instituições de solidariedade social, entre as quais lares, centros de dia, creches, Santa Casa da Misericórdia, Centro de Assistência Social de Tomar, Cáritas, Cruz Vermelha, CIRE e Centro de Apoio à Família.

Esta rede formal e informal de instituições que existe na nossa comunidade permite colmatar lacunas sociais e intervir, de uma forma eficaz e célere, assumindo um papel preponderante no apoio às famílias tomarenses na atual conjuntura económico-social que atravessamos.

A segunda proposta apresentada, “Tomar + Oportunidades”, tem como objetivo a implementação de um programa de “oportunidades”, através de estágios de verão, para os jovens tomarenses, que frequentam o ensino superior, contactarem com o tecido empresarial local durante o período de férias escolares.

Este programa pretende estabelecer uma dinâmica que rejuvenesça os recursos das empresas locais, contribuindo para o seu desenvolvimento sustentado e inovação, através da massa crítica jovem do nosso concelho.

Desta forma, aos jovens tomarenses é dada uma oportunidade de enriquecimento nas suas áreas de formação, complementando o seu percurso académico. As empresas por outro lado, têm aqui a oportunidade de aproveitar o know how e a experiência adquiridos ao longo da formação superior dos jovens, fortalecendo os seus quadros e abrindo portas à inovação.

Ambas as propostas, que estão disponíveis no website da JSD Tomar (www.jsdtomar.pt), foram motivo de um extenso debate, resultando na sua aprovação por maioria.

Agora, ficamos a aguardar que o Município leve estas propostas a cabo.

Tiago Carrão
Presidente da JSD Tomar

Proposta: Tomar + Oportunidades

O Grupo Municipal do PSD propõe a implementação do programa “Tomar + Oportunidades”.

Este programa consiste na criação de “oportunidades”, através de estágios de verão, para os jovens tomarenses, que frequentam o ensino superior, contactarem com o tecido empresarial local durante o período de férias escolares.

Esta proposta estimula vectores importantes do nosso concelho, nomeadamente os jovens, as empresas e, consequentemente, Tomar.

O objetivo deste programa é estabelecer uma dinâmica que rejuvenesça os recursos das empresas locais, contribuindo para o seu desenvolvimento sustentado e inovação, através da massa crítica jovem do nosso concelho.

Desta forma, aos jovens tomarenses é dada a oportunidade de um estágio de verão, complementar do seu percurso académico, que serve como forma de enriquecimento nas suas áreas de formação.

As empresas por outro lado, têm aqui a oportunidade de aproveitar o know how e a experiência adquiridos ao longo da formação superior dos jovens, fortalecendo os seus quadros e abrindo portas à inovação.

Ganham os jovens, ganham as empresas, ganha Tomar!

Tiago Carrão
Presidente da JSD Tomar

Proposta: Carta Social do Concelho de Tomar

Falar de ação social no nosso concelho, é falar de um conjunto de instituições de solidariedade social, entre as quais lares, centros de dia, creches, Santa Casa da Misericórdia, Cáritas, Cruz Vermelha, CIRE e Centro de Apoio à Família, que na conjuntura económico-social que atravessamos tem um papel preponderante no apoio às famílias tomarenses.

Esta rede formal e informal de instituições e parcerias que existe na nossa comunidade permite colmatar lacunas e intervir, de uma forma eficaz e célere, em todas as problemáticas sociais que existem em Tomar.

É nesta perspectiva de conhecimento da realidade e da definição de instrumentos de planeamento que entendemos ser necessário elaborar uma Carta Social do nosso concelho.

A Carta Social é um documento que analisa o território concelhio face às várias valências de ação social e aponta caminhos orientadores para a atuação no terreno, bem como metas programáticas e temporais, em relação à necessidade de novos equipamentos, reformulação dos existentes, atribuição de apoios ou introdução de respostas inexistentes no concelho.

Assim, o Grupo Municipal do PSD submete à aprovação da Assembleia Municipal de Tomar a elaboração de uma Carta Social do Concelho de Tomar.

Tiago Carrão

Presidente da JSD Tomar