JSD e JP visitam o Sporting Clube de Tomar

A Juventude Social Democrata e a Juventude Popular de Tomar uniram-se numa visita às instalações do Sporting Clube de Tomar e reunião com o Presidente da Direção, Ricardo Cardoso.

Esta ação de proximidade teve como principais objetivos conhecer a situação atual do SCT e perceber de que forma, enquanto jovens, podemos apoiar este clube centenário.

O Sporting de Tomar é hoje referência desportiva a nível nacional em várias modalidades, desde o hóquei, onde é uma presença assídua nos principais escalões, ao judo, ténis de mesa e patinagem, entre outras, contando mais de 300 atletas sob o seu emblema.

No entanto, à semelhança da maioria das associações e clubes do nosso concelho, o Sporting Clube de Tomar enfrenta hoje dificuldades de âmbito financeiro mas também de mobilização da população, em particular dos jovens.

No panorama financeiro é gritante a falta de adequação do apoio do Município à realidade e atividade do clube. Por outro lado, preocupa-nos a falta de envolvência dos jovens nesta causa que pode afetar o futuro do SCT.

Assim, a JSD e a JP assumem o compromisso de, não só divulgar a atividade do clube mas também colaborar ativamente com o Sporting de Tomar, motivo pelo qual tomámos a iniciativa de promover a angariação de sócios, desde logo com a nossa inscrição.

Dar sangue por uma causa

Escrevo hoje este artigo não sobre política, mas pela importância da solidariedade na vida das pessoas.

A vida é preciosa e só nos lembramos da sua importância raras vezes ou em situações difíceis da nossa saúde ou de alguém próximo.

Dar sangue é uma realidade que todos conhecemos e todos nós sabemos de alguém que já o fez. Raros são os casos que se arrependem ou se sentem maltratados. Podemos pensar ao ouvir outros dizer que não custa e que é uma sensação óptima em ajudar o próximo que se trata apenas de um cliché e uma tentativa por parte dos dadores de convencerem os potenciais participantes a inscreverem-se nas colheitas de sangue quando a maioria pensa com (quase) certezas de vai correr mal.

Eu fiz a minha primeira dádiva no início deste ano no âmbito de uma iniciativa da JSD Tomar integrada numa campanha de colheita de sangue realizada pelo Hospital de Tomar (CHMT) e pensei muitas vezes que o podia e devia ter feito mais cedo mas fiz quando me senti preparado e devidamente informado, e digo a quem não o fez até agora que pode fazê-lo quando achar que é a altura certa pois o importante é dar sangue. Todos temos receios e dúvidas mas para ultrapassá-los e esclarecer qualquer questão existem profissionais muito competentes e compreensivos para qualquer voluntário e potencial dador de sangue.

Os profissionais que nos recebem têm competências teóricas e práticas na área da saúde, compreendem as pessoas e zelam pela nossa saúde, por isso merecem a nossa confiança. 

A minha primeira dádiva foi simples, rápida e sem quaisquer complicações ou dramas.

É comum as pessoas sentirem uma certa tranquilidade e bem-estar após dar sangue pois têm a noção que, tal como os médicos, enfermeiros e auxiliares de saúde também a missão de quem dá sangue é importante e salva vidas.

Não custa tempo, nem dinheiro e só se ganha por saber que nós temos o poder de melhorar a vida de alguém.

Existem durante todo o ano campanhas para mobilizar potenciais dadores a juntar-se a esta causa e aqueles que não podem por circunstâncias várias dar sangue têm a também importante missão de espalhar a palavra.

Todos contam e ninguém deve ficar de fora porque todos temos o dever de ajudar quem precisa.

Rui Godinho
Vogal da JSD Tomar