Assembleia Municipal: o Concelho ou o Partido?

Na passada quinta-feira, dia 30 de abril, realizou-se uma reunião da Assembleia Municipal de Tomar. E, desta vez, não podia deixar de partilhar publicamente a minha visão sobre esta sessão da Assembleia, onde os interesses político-partidiários se sobrepuseram aos do nosso concelho e da população.

Como vem sendo hábito ao longo deste mandato, apresentei nesta Assembleia Municipal duas propostas que julgo serem de grande importância para Tomar e para a Juventude:

i) Jovem Autarca: este projeto é uma inovação a nível nacional, que promove a participação democrática dos jovens, através da eleição de um(a) jovem autarca, entre os seus pares, que assumirá uma posição ativa nas decisões políticas do concelho, desempenhando o papel de porta-voz dos jovens. Um projeto de Juventude e participação democrática, que começa a dar frutos no concelho de Santa Maria da Feira (http://goo.gl/mF9tT8 e http://goo.gl/1DS2Da);

ii) Rede Concelhia de Percursos Pedestres: os percursos pedestres são uma atividade física com cada vez mais procura, inseridos numa perspetiva de desporto para todos, mas também uma oportunidade turística para Tomar. A elaboração de uma rede de percursos pedestres possibilitará a articulação, regulamentação e homologação dos percursos no nosso concelho, potenciando Tomar como destino turístico de excelência no setor.

O conteúdo integral das propostas pode ser consultado em jsdtomar.pt.

Estas propostas foram enviadas 36 horas antes da realização desta reunião. Noutras circunstâncias, esta não seria uma informação relevante. Mas é.

Os grupos municipais do Partido Socialista (PS) e da Coligação Democrática Unitária (CDU) tomaram a decisão de votar contra todas as propostas apresentadas pelo Partido Social Democrata (PSD Tomar), por estas não serem entregues atempadamente, incluíndo as propostas da minha autoria que, como referi, chegaram aos serviços 36 horas antes.

Chamei a atenção para esse facto e para a importância das matérias em questão, em particular a proposta “Jovem Autarca”, mas a coligação PS – CDU manteve-se irredutível na sua posição, inviabilizando um projeto democrático inovador, num momento em que temos números recorde de abstenção, especialmente junto das camadas mais jovens.

Choca-me especialmente quando o eleito da Juventude Socialista (JS), enquanto dito defensor dos jovens do nosso concelho, permite que questões meramente político-partidiárias se sobreponham aos verdadeiros interesses da Juventude. Incomoda-me também quando um dos eleitos da CDU vem rotular a proposta “Jovem Autarca” como hipocrisia, demonstrando que à CDU o futuro que lhe interessa não conta com os jovens nem com a participação democrática, como já se tinha visto anteriormente em relação às propostas de apoio à natalidade e de fixação jovem.

A JSD Tomar continua a demonstrar porque é a melhor e mais dinâmica juventude partidária em Tomar. Esta postura é um dos principais desígnios da JSD, que ao longo deste mandato se tem assumido como uma referência autárquica na produção de propostas sérias e inovadoras. Enquanto uns agem como força de bloqueio, para a JSD, acima de tudo, está a Juventude. Acima de tudo, Tomar.

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Tiago Carrão
Presidente JSD Tomar

1 ano e meio de “Mudança” socialista

A “Mudança” que o PS liderado por Anabela Freitas prometeu está bem patente em Tomar.

O festival “Estátuas Vivas” acabou. Atraía milhares de pessoas a Tomar, mas tenho a certeza que é mais fácil por fim à iniciativa do que trabalhar para a tornar exequível.

Mais recentemente, existem outros exemplos do que é destruir iniciativas de cidadãos como o “Mercado da Estrelinha” e o “Tomar Alternativo”. De novo, é mais fácil acabar com a iniciativa do que trabalhar para a melhorar e resolver eventuais problemas.

Este executivo lançou o “Tomar Via Verde” para o investimento, mas ainda estamos todos à espera desses investimentos. Apontaram o investimento da Lusiaves como parte dessa iniciativa mas, caro leitor, esse investimento foi viabilizado pelo executivo anterior.

Logo de início, assistimos a uma mudança interessante e clara: o companheiro da senhora presidente foi escolhido para chefe de gabinete e, posteriormente, foram dados muitos mais poderes ao seu gabinete do que até aos vereadores – algo que foi notícia nacional, uma vergonha para a cidade. Mas ainda se assistem a outros episódios caricatos, que só demonstram a polivalência que existe dentro do partido socialista, existem dois secretários da vereação que ainda conseguem ser deputados municipais – fiscalizando o seu próprio trabalho e dos seus superiores – um sendo líder de bancada e outro, o mais polivalente de todos, que ainda é presidente de uma junta – uma junta com muitos problemas por resolver. É caso para dizer: viva a polivalência socialista!

É mais fácil acabar com a iniciativa do que trabalhar para a melhorar e resolver eventuais problemas.

Tomar, “Cidade Jardim”, tem esta nomenclatura cada vez mais evidenciada com a eleição destes novos executivos (Câmara e Junta Urbana): as ervas e o lixo estão cada vez mais presentes em Tomar com a Junta a responsabilizar a Câmara e a Câmara a responsabilizar a Junta pela limpeza, e até os senhores se entenderem Tomar fica suja.

Tomar, uma cidade com grande potencial turístico continua a não o aproveitar, nomeadamente o turismo fluvial. Com o campeonato do mundo de wakeboard, em que grande parte dos concelhos da albufeira do Castelo de Bode participam, Tomar, mais uma vez, fica de fora. As prioridades estão bem definidas: é preferível não ter um campeonato do mundo de um desporto fluvial no concelho, mas ter outras coisas como o novo logótipo ou promessas de pavilhões multiusos.

Algo, no mínimo peculiar, é o facto do executivo camarário dar relevância ao Carnaval, dando tolerância de ponto, mas não apoiar as actividades carnavalescas.

São dadas tolerâncias de ponto atrás de tolerâncias de ponto (24 e 26 de dezembro, e 2 de Janeiro) mas a cidade continua suja e o mercado por abrir. Será que a reabertura é a 25 de Abril de 2015? Ou de 2016? Ou de 2017? Veremos.

E não será de estranhar os sucessivos abandonos de dirigentes do município ou fazem parte da mudança?

Outra questão que também prometia mudança eram os “pagamentos a fornecedores e prestadores de serviço a tempo e horas”. Mas afinal, o prazo médio de pagamento de 135 dias, em outubro de 2013, atingiu os 490 dias em apenas 6 meses de governação socialista-comunista! A mudança está à vista, mas era esta a mudança prometida?

Neste momento, os tomarenses podem assistir a uma guerra no mínimo absurda entre o vereador responsável pelo funcionamento do mercado (mas só pelo funcionamento, pois nada diz ter a ver com os obras no mercado) e os comerciantes do mercado, pois estes querem trabalhar no dia 1 de Maio e o sr. vereador não quer que os comerciantes trabalhem. Ao ponto a que chegámos, a câmara a querer proibir as pessoas de trabalhar.

Mas, o Partido Socialista não desiste da “Mudança”, agora até quer controlar a Festa dos Tabuleiros. Até onde irá esta tomada de poder? Esta “Mudança”? Veremos, mas peço, senhora presidente, não destrua Tomar, cuide do nosso concelho que os tomarenses muito gostam e prezam.

Ricardo Carlos
Vice-Presidente da JSD Tomar

JSD no executivo camarário

No passado dia 11 de março, Beatriz Schulz, presidente da mesa da assembleia de militantes da JSD Tomar, tomou posse como vereadora da oposição, em regime de substituição, na Câmara Municipal de Tomar.

A JSD Tomar congratula-se com esta tomada de posse, não só pelo facto da Juventude Social Democrata de Tomar estar assim representada num órgão da importância do executivo camarário, mas especialmente por toda a juventude tomarense ter agora uma voz ativa na defesa dos seus interesses junto do município.

É de salientar a existência de um vereador jovem social democrata no nosso concelho, o que comprova o mérito e a competência dos nossos jovens nos diferentes órgãos autárquicos, desde assembleias de freguesia à assembleia municipal e agora também na câmara municipal.

Os jovens autarcas social democratas de Tomar são hoje elementos de destaque nas funções que desempenham, através da apresentação de várias propostas e uma postura responsável, em prol da juventude do nosso concelho.

Neste espírito, Beatriz Schulz estreou-se com a apresentação de duas propostas, “Skate Parque” e “Gabinete de Apoio ao Portugal 2020”, bem como uma recomendação sobre a limpeza de Tomar.

Votos de muito sucesso Beatriz!

A grande prova dos 9

Recentemente fomos confrontados (e até sobressaltados!) com um ponto de viragem no ciclo político tradicional que, apesar de expectável, aconteceu na Grécia, onde foi quebrada uma hegemonia governamental dos partidos do Centro Direita e Socialista, os quais ao longo da história democrática deste país foram alternando no poder, abrindo agora passagem à Coligação de Esquerda Radical, mais conhecida no mundo pela abreviatura de Syriza.

Depois destes factos, é possível retirar algumas ilações capazes de traduzir o estado de espírito dos cidadãos gregos, de modo a objectivar os resultados eleitorais verificados:

  1. Descontentamento e desilusão pelas políticas “tradicionais” que vigoraram até à data no Estado Helénico;
  2. Descrédito e insatisfação pela classe política e pelo seu sucessivo e falhado desempenho de funções;
  3. Procura insaciável de alternativas que transmitissem esperança e confiança ao país, mas sobretudo às gerações mais jovens.

Estas três premissas, aliadas à frágil situação económico-financeira e à instabilidade do estado social (ambos expostos e esmiuçados pelos Média, desde a crise de 2008), empurraram os eleitores gregos para os “braços” de uma organização radical, baseada, por uma lado, num discurso ofensivo quanto às políticas e opções dos “parceiros institucionais” (BCE, FMI e C E – na linguagem corrente, a Troika) e, por outro lado, com o recurso às promessas de facilidades para iludir um povo saturado e empobrecido com tantas medidas de austeridade.

No entanto, é essencial relembrar que a legitimidade do novo governo grego é exactamente igual à dos seus antecessores e também idêntica à dos restantes governos europeus eleitos, faltando agora colocar em execução todas as medidas e propostas que irão ser postas em prática (após validadas e aprovadas pela UE), tanto no curto como no médio/longo prazos do seu mandato.

Por conseguinte, pese embora as diferenças, fazendo a transposição para o panorama local, o Partido Socialista tomarense (vencedor das eleições de Setembro 2013) enveredou por um “roteiro político” muito idêntico ao dos radicais gregos, isto é, optou por elaborar um programa eleitoral que assentava em “medidas fáceis” para resolver a maior parte das debilidades/fragilidades do concelho nabantino, nomeadamente:

– questões relativas ao mercado municipal e à zona do flecheiro;

– matérias respeitantes à falta de investimento privado e à criação de emprego;

– questões referentes à divida autárquica e ao serviço da divida, entre outras.

Todavia, volvidos praticamente dezoito meses do mandato socialista, os tomarenses ainda esperam (e até desesperam!) pelas promessas eleitorais que lhes foram anunciadas, pois pela forma como foram apresentadas seriam objectivos “básicos” e de fácil resolução, onde os anteriores executivos tinham tentado intervir mas sem resultados palpáveis para os nossos conterrâneos (provavelmente por serem matérias demasiadamente “simples”!…)

Em suma, o governo grego ainda está com algum tempo e em situação de esclarecer os eleitores sobre o cumprimento das suas propostas, o quanto estas terão que ser rectificadas e adaptadas à realidade do seu país, e até já conseguiu da U.E. uma dilatação do prazo de 4 meses para a sua economia “respirar”, ao contrário dos socialistas tomarenses que continuam a “sufocar” a economia local, e estão agora sujeitos a uma verdadeira “grande prova dos nove” da governação concelhia, obrigando-os a multiplicarem-se em explicações e justificações perante o eventual (e mais que provável!) falhanço das suas principais bandeiras eleitorais.

Guilherme Silva
Secretário-geral da JSD Tomar

Programa de apoio ao arrendamento jovem

O PSD apresentou em reunião de câmara uma proposta para a elaboração de um Programa Municipal de Apoio ao Arrendamento de Habitação para Jovens no Centro da Cidade de Tomar. A JSD de Tomar congratula-se com a apresentação e aprovação desta proposta.

A fixação de jovens no nosso concelho é uma das principais preocupações da Juventude Social Democrata de Tomar. Nesse sentido, já tínhamos apresentado na Assembleia Municipal de 13 de junho a proposta “Mobilidade Jovem”, aprovada por unanimidade, que visa a criação de condições para que os jovens tomarenses que, por motivos profissionais e académicos tenham saído de Tomar, tenham agora mais e melhores oportunidades de regressar.

A JSD de Tomar congratula-se com a apresentação e aprovação desta proposta para a elaboração de um Programa Municipal de Apoio ao Arrendamento de Habitação para Jovens no Centro da Cidade de Tomar

Congratulamo-nos por isso com esta proposta do PSD, uma vez que a habitação é fundamental para a atração e fixação de juventude, assim como um fator determinante no seu desenvolvimento.

Apelamos à Câmara Municipal para que leve a cabo as propostas apresentadas pela JSD e PSD e implemente programas de apoio à mobilidade e habitação jovem.

A JSD de Tomar demonstra desde já a sua disponibilidade para colaborar e dar o seu contributo na elaboração dos referidos programas.

Tiago Carrão

Presidente da JSD Tomar

O Geocaching e o Executivo da Câmara Municipal de Tomar

Para os menos familiarizados com o conceito, Geocaching é um desporto/jogo/atividade/passatempo, a classificação varia de pessoa para pessoa, no qual os Geocachers, através do recurso a um aparelho GPS e às respetivas coordenadas, procuram uma Geocache, que mais não é do que uma pequena caixa, que comporta objetos e uma listagem daqueles que já a descobriram. Para mim, o Geocaching é um verdadeiro desporto, uma caça ao tesouro, uma procura naturalista pelo Santo Gral que alimentará todo o meu ego de conquistador, à imagem dos Navegadores portugueses.

O Leitor estará neste momento perdido, não compreendo os contornos da analogia que pretendo estabelecer, mas eu ajudo. Com este texto pretendo demonstrar-lhe em como a minha primeira “caçada” se identifica profundamente com estes primeiros 6 meses de “Mudança”.

Assim, nada melhor do que começar a minha prática desportiva na nossa bela Mata Nacional dos Sete Montes, que para além da sua beleza natural, comporta um número elevado de Geocaches. Vesti-me a rigor, anunciei aos sete ventos essa minha intenção, agarrei no meu smatphone, com a aplicação do Geocaching e um extenso número de outros objetos, e passei a minha tarde em exames ao parque. Até aqui tudo bem.

Assim é o mandato do atual executivo, cansado, vazio, nada produtivo, nada inovador e cujas mudanças proclamadas em nada melhoraram a cidade e o concelho

Por sua vez, num percurso em tudo similar, a Dra. Anabela Freitas, candidatou-se à Câmara Municipal de Tomar, debaixo da insígnia da Mudança e venceu as eleições, com toda a legitimidade que a diferença de 281 votos lhe confere. Tal como eu me muni das ferramentas indispensáveis à prática do Geocaching, a agora Senhora Presidente juntou-se aos melhores – não sou eu que o digo, são as suas escolhas e os reflexos da sua governação – partindo ambos em busca do nosso Santo Gral. Nessa lista de instrumentos, destaco a sua posterior união com o candidato da PCP-PEV, que na minha opinião coloca a Senhora Presidência em vantagem – como se fosse o cromo brilhante de uma caderneta de cromos ou um nitro numa corrida de automóveis. Mas eu permito-lhe essa vantagem, avante camaradas!

Por esta altura o leitor estará ainda mais confuso a respeito dessa analogia, mas procurarei ser breve. Assim, apesar de estamos perante realidades aparentemente contraditórias, a minha primeira experiência enquanto Geocacher e a primeira experiência da Dra. Anabela Freitas enquanto presidente de Câmara Municipal de Tomar são em tudo idênticas. Vejamos então:

  • Ambos ocupamos o nosso tempo com atividades para as quais não demonstramos qualquer tipo de preparação, com a diferença de que para mim é um hobby e para a Senhora Presidente é a sua fonte de rendimento;
  • Ambos nos rodeamos daquilo que pensávamos indispensável, dos nossos instrumentos, ferramentas e até dos produtos mais verdes, que pensávamos que nos levariam a bom porto. Devo ressalvar mais uma vez o facto da Senhora Presidente não estar sozinha nessa busca, aliás coligada, contrariamente a mim, que numa lógica de navegador entrei pelos caminhos mais rocambolescos da Mata Nacional;
  • Nessa tarde de primavera, reparei na ausência de andorinhas e outros voadores, coisa anormal nesta época do ano. Mas aí encontro mais um paralelo com a caminhada da Dra. Anabela Freitas, que fez o Festival das Estátuas Vivas desaparecer, provavelmente migrar para outra zona do país, sem que nada tivesse feito para o evitar;
  • Nesse banho de natureza, dei por mim a precisar de um local fresco e arejado para me sentar e descansar um pouco, o que infelizmente não encontrei. Na nossa cidade, por decisão da Senhora Presidente acontecerá o mesmo, impossibilitados os condutores de estacionar os seus carros;
  • Quando cheguei a casa, depois desse dia cansativo, o único elo positivo terá sido o passeio, a caminhada, visto que cheguei cansado e esfomeado, tal como o meu smatphone e, contabilizações feitas, 0 (zero) caixinhas! Assim é o mandato do atual executivo, cansado, vazio, nada produtivo, nada inovador e cujas mudanças proclamadas em nada melhoraram a cidade e o concelho;

Outras similitudes poderia identificar, mas o texto já vai longo e penso que o leitor já compreendeu a ideia. Assim, destaco uma diferença essencial, enquanto eu caminhava pela Mata dos Sete Montes, respeitei o património existente, apanhei lixo do chão, desloquei pequenos troncos dos caminhos entre outras pequenas boas ações, contrariamente à Senhora Presidente, que ignora o passado e apenas tem destruído o que de bom foi feito nesta cidade ao longo dos seus vários séculos de história.

O atual executivo (…) tem vindo a destruir o que de bom existe, o que de melhor tem sido feito e, não digo apenas pelos anteriores executivos, mas pelas gentes, pelos empresários, pelos jovens

Concluindo, o atual executivo caminha em busca do seu Santo Gral, ou Templário, se preferirmos a referência à nova unidade monetária tomarense (estará Tomar a caminho da saída do Euro?), tem vindo a destruir o que de bom existe, o que de melhor tem sido feito e, não digo apenas pelos anteriores executivos, mas pelas gentes, pelos empresários, pelos jovens. Assim, faça como eu, respeite a natureza, não se faça acompanhar de pequenos instrumentos, mas antes de gente capaz e procure proteger o património existente, pois caso contrário o insucesso é garantido, tal qual a minha primeira experiencia de Geocaching.

PS: Quando me deslocava para a saída do parque, vi um homem a limpar e cuidar da Mata, por estranho que pareça senti um misto de emoções – a alegria, por sentir que ainda algo é feito pela preservação da natureza e a dúvida, já que após breves palavras trocadas, percebi que não era Nabantino. Ainda hoje me pergunto, será que em Tomar não existem pessoas preocupadas com a preservação da natureza, ou será que no futuro seremos apenas paisagem, ou deserto (aplicando as considerações do Ministro jamais).

António Bonet Vieira