Marcelo Rebelo Sousa nas II Jornadas da Juventude da JSD Tomar

Após o sucesso da primeira edição das Jornadas da Juventude, a JSD de Tomar congratula-se em anunciar a realização da segunda edição, mantendo o critério de excelência e a diversidade temática das intervenções a efetuar pelos oradores convidados.

Assim, estão já confirmadas as presenças de ilustres personalidades das mais distintas áreas de atividade, de âmbito nacional. Teremos connosco o prestigiado Prof. Marcelo Rebelo Sousa, o deputado Duarte Marques e Sílvia Costa, gestora de marca da PALADIN, que irão abordar temas centrados no futuro dos jovens e do nosso país.

À semelhança do ano anterior, esta iniciativa irá decorrer no Instituto Politécnico de Tomar, mais propriamente no Auditório 0106 (Dr. Júlio das Neves).

As entradas são livres e abertas ao público, e por isso estão todos convidados a assistirem e a participarem nesta sessão.

Com a realização de mais um evento desta importância, a JSD de Tomar assume-se, cada vez mais, como uma referência enquanto juventude ativa, dinâmica e participativa, tanto a nível local como regional, mostrando estar atenta às necessidades, preocupações e desafios dos cidadãos em geral, e particularmente dos jovens.

Plano Municipal de Juventude

Na última sessão da Assembleia Municipal de Tomar tive oportunidade de intervir no período destinado ao público, onde apresentei a proposta “Plano Municipal de Juventude”.

O período destinado à intervenção do público é de extrema importância, pois permite ao cidadão sem assento na Assembleia Municipal, realizar críticas, sejam elas positivas ou negativas, apresentar ideias e propostas.

Considero que a Juventude deve ser uma das prioridades do Município de Tomar. Como tal, na Assembleia Municipal, no período destinado à intervenção do público, solicitei intervir, defendendo a implementação de um Plano Municipal de Juventude (PMJ), plano este que tem como grande objetivo definir a estratégia do nosso Município em relação à Juventude.

Os Planos Municipais de Juventude são um projeto inovador em Portugal que pretende definir uma política global para a Juventude, envolvendo os jovens nas políticas locais de Juventude.

Os Planos Municipais de Juventude passam por um processo de auscultação de diversas entidades e sectores da autarquia, a fim de proceder ao diagnóstico da ação municipal e não municipal, em matéria de Juventude.

O PMJ pretende responder, em primeira instância, à fragmentação da oferta no sector da Juventude através da definição de uma estratégia global para a Juventude de Tomar, que seja participada, transversal e integrada, envolvendo todas as partes interessadas no sector, indo ao encontro das expectativas, necessidades e anseios dos jovens, ao longo do seu ciclo de vida, criando um verdadeiro compromisso de Tomar com os Jovens.

Demonstrei ainda toda a minha disponibilidade para contribuir no que for necessário para que o PMJ seja uma realidade em Tomar.

A Juventude tem de ser uma prioridade!

Rui Samuel Gomes
Vice-Presidente da JSD Tomar

Quando “quem está mal (não) se muda”‏

Ser (de) Tomar é ser-se Nabantino, Pato Bravo, Templário ou Tomarense! É ser historia, é ser orgulho, é ser-se Português.

Em tempos difíceis como os em que vivemos, é sempre bom relembrar quem somos, de onde vimos e, se possível, sonhar  para onde vamos. 

Ora, morar em 2300 não paga as contas, mas ajuda a encarar as dificuldades com esperança e ambição de tornar este belo concelho em algo melhor.

 Já perdemos a indústria, já perdemos os empregos e até a juventude (infelizmente o tempo não volta atrás) … mas ainda existem pessoas por quem lutar. Pessoas essas que não abandonam a sua cidade berço e tentam todos os dias, através do seu trabalho e do seu querer, contornar as diversas vicissitudes que caracterizam os territórios de baixa densidade populacional, dando vida ao adormecido Ribatejo, cujo desenvolvimento tem sido alvo de censura.

Mas de problemas estamos nós fartos. Porque não avivar a memória para o que de bom tem este pedaço de terra e para o porquê de ainda valer a pena acreditar.

Na cidade do Nabão, habita Gente especial, Gente que se fez diferente do que é ser gente.   Gente que prefere Tomar um café no “Paraíso”, que gira o olhar em torno da Roda (do Mouchão), que transmite luz como a Janela (do Capítulo), que pratica futebol com União (de Tomar), que esconde segredos (como o do Gualdim Pais), que festeja o Espírito Santo enchendo as ruas de flores e transportando tabuleiros, com um esforço heróico para com o seu burgo.

Partilhamos o mesmo solo que outrora foi pisado por grandes individualidades, tais como, Lopes Graça, Mendes Godinho, General Fernando de Oliveira, Nini Ferreira entre outros.

Temos uma Mata com 7 montes e diferentes Sopas em Congresso. Temos monumentos de culturas díspares, desde o Judeu ao Templário.

Estamos não só no centro de Portugal, mas também no topo do mundo, pelo menos no que à beleza diz respeito. Tamanha beleza cativa turistas, estrangeiros e nacionais e enche de orgulho todos os seus habitantes.

Apaixonamos tudo e todos não só pela música das nossas fantásticas filarmónicas, mas também sabemos ser bons amantes roubando a respiração com um delicioso “beija-me depressa” e muitos outros prazeres gastronómicos que nos aguçam o paladar.

Nesta resenha assinalam-se muitas das coisas boas que o nosso Concelho tem, mas desengane-se o leitor ao achar que tudo é bom em Tomar. No entanto a questão que se deve colocar é: Vale a pena lamentarmo-nos dos aspectos menos bons, quando temos tanta coisa boa para colmatar?

Foquemos as nossas atenções, não exclusivamente nos problemas, mas sim nas alegrias que a vida proporciona, alegrias essas que na maioria das situações não comportam qualquer esforço financeiro. Todos nascemos felizes, mas é na maneira como encaramos a vida que (a) vamos perdendo ou não a felicidade.

É o meu orgulho em ser Nabantino, partilhado certamente com o leitor deste texto, que me leva a usar este espaço para fazer alguns pedidos àqueles que hoje assumem os desígnios executivos do nosso Concelho (tenho alguma dificuldade em identificar o efectivo Presidente de Câmara).

Cuidem da minha (nossa) cidade! 

Não a deixem pior do que a encontraram; acrescentem, não destruam o nosso valor.

Afonso Brito
Vogal da JSD Tomar

Tomar, que futuro?

Atualmente Tomar tem uma das taxas de Natalidade Brutas mais reduzidas do país, situando-se nos 5,5%, quando a Média Nacional é de 7,9%. Se olharmos para um dos outros principais Indicadores Demográficos, o Índice de Envelhecimento, Tomar fica uma vez mais, mal vista, uma vez que regista um Índice de Envelhecimento de 196% quando a Média Nacional está fixada nos 128%.

Ou seja, a população de Tomar tende a diminuir. Há cada vez mais população envelhecida e cada vez menos jovens.

A pergunta que se coloca, é se Tomar tem futuro, questão esta que se levanta após uma análise rápida e simples de alguns dados demográficos acerca do concelho de Tomar.

Ora vejamos, atualmente Tomar tem 40.315 habitantes, mas se nada for alterado, em 2025 prevê-se que Tomar tenha cerca de 38.700, ou seja, em apenas 10 anos, Tomar perderá cerca de 1.600 habitantes, mas se quisermos ir um pouco mais longe, para nos apercebermos melhor da realidade que aqui trago, em 2050 Tomar terá cerca de 34.650 habitantes, cerca de 5.665 habitantes a menos, comparativamente à atualidade, o que representa uma redução de 14% da população em apenas 35 anos.

Atualmente, cerca de 27% da população de Tomar tem mais de 65 anos, mas em 2025 será 31% da população a ter esta idade.

Olhemos agora para a população mais jovem. Atualmente cerca de 11,5 % da população tomarense tem entre os 0 e os 14 anos, porém daqui a 10 anos, em 2025, apenas 9,5% da população tomarense terá uma idade compreendida entre os 0 e os 14 anos de idade. Já em 2050, apenas 6% da população tomarense terá idade compreendida entre os 0 e os 14 anos, contra os 44% de população com mais de 65 anos prevista neste mesmo ano.

O que será de Tomar daqui a 10 anos com menos 1.600 habitantes ou daqui a 35 anos com menos 5.665?

Pode ser questionado o facto de que 2025 ou 2050 serem, ainda, um horizonte temporal muito longínquo, mas infelizmente não é verdade, pois os anos passam depressa e existe uma enorme dificuldade em inverter tendências. Vive-se assim uma grande necessidade em encontrar soluções, que, depois de aprovadas, têm de ser colocadas em prática.

O que será de Tomar daqui a 10 anos com menos 1.600 habitantes ou daqui a 35 anos com menos 5.665?
No meu entender deveria haver uma forte aposta nos jovens tomarenses, pois são o futuro do nosso concelho, do nosso país, nunca esquecendo as restantes faixas etárias, porque todos têm a sua importância.

A questão que se coloca é a seguinte: o que é que está a ser feito por parte do município para inverter esta tendência? Qual a estratégia existente? Nada!

É urgente fazer algo e muito tem de ser feito. Contudo, é necessário começar por algum lado.

Numa primeira fase seria importante a criação de mecanismos para garantir que os jovens cá permaneçam, tais como a redução e/ou isenção de taxas de construção/licenciamento para primeira habitação própria e/ou redução ou isenção de taxas de IMI durante um período de tempo considerável, como a atração de investimento e a consequente criação de emprego para que estes cá possam permanecer.

Numa segunda fase criar condições para que aqueles que outrora saíram do nosso concelho possam voltar. Já foi apresentada uma proposta, pela bancada do PSD na Assembleia Municipal, denominada “Mobilidade Jovem”, que visava esse mesmo fim, e que, apesar de aprovada, ainda não foi colocada em ação pela Câmara Municipal.

Felizmente que os vereadores do PSD apresentaram já em sede de executivo uma proposta para redução da taxa de IMI em função do número de dependentes, tendo em conta a Lei do Orçamento do Estado para 2015. Neste caso, prevê-se que os municípios possam, mediante deliberação da Assembleia Municipal, reduzir a taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a aplicar aos seus munícipes consoante o número de dependentes a cargo, o que, a ser aprovada, será um incentivo à Natalidade.

Finalmente e numa terceira fase, é urgente a criação de um Plano Municipal da Juventude para o nosso Concelho. Os Planos Municipais da Juventude são um novo tipo de projeto inovador em Portugal que pretende definir uma Política global para a Juventude em diferentes Concelhos, envolvendo os jovens nas políticas locais de Juventude.

No meu entender deveria haver uma forte aposta nos jovens tomarenses, pois são o futuro do nosso concelho, do nosso país, nunca esquecendo as restantes faixas etárias, porque todos têm a sua importância.

Acredito que podemos fazer mais e melhor, pois, como já alguém disse, Tomar merece…

*Fonte de dados: PORDATA ; INE 2013

Rui Samuel Gomes
Vice-Presidente da JSD Tomar

JSD no executivo camarário

No passado dia 11 de março, Beatriz Schulz, presidente da mesa da assembleia de militantes da JSD Tomar, tomou posse como vereadora da oposição, em regime de substituição, na Câmara Municipal de Tomar.

A JSD Tomar congratula-se com esta tomada de posse, não só pelo facto da Juventude Social Democrata de Tomar estar assim representada num órgão da importância do executivo camarário, mas especialmente por toda a juventude tomarense ter agora uma voz ativa na defesa dos seus interesses junto do município.

É de salientar a existência de um vereador jovem social democrata no nosso concelho, o que comprova o mérito e a competência dos nossos jovens nos diferentes órgãos autárquicos, desde assembleias de freguesia à assembleia municipal e agora também na câmara municipal.

Os jovens autarcas social democratas de Tomar são hoje elementos de destaque nas funções que desempenham, através da apresentação de várias propostas e uma postura responsável, em prol da juventude do nosso concelho.

Neste espírito, Beatriz Schulz estreou-se com a apresentação de duas propostas, “Skate Parque” e “Gabinete de Apoio ao Portugal 2020”, bem como uma recomendação sobre a limpeza de Tomar.

Votos de muito sucesso Beatriz!

“Carta Social do Concelho de Tomar” e “Tomar + Oportunidades”

No dia 25 de fevereiro realizou-se mais uma sessão ordinária da Assembleia Municipal de Tomar, onde tive oportunidade de apresentar duas propostas: “Carta Social do Concelho de Tomar” e “Tomar + Oportunidades”.

É para mim motivo de orgulho, enquanto jovem autarca e presidente da JSD Tomar, constatar que num total de 5 propostas levadas a votação, 2 propostas foram produzidas pela JSD e defendem temas tão importantes, quanto a ação social e o emprego.

A primeira proposta, “Carta Social do Concelho de Tomar”, consiste precisamente na elaboração de uma Carta Social para o nosso concelho. A Carta Social é um documento que analisa o território concelhio face às várias  valências de ação social e aponta caminhos orientadores para a atuação no terreno, bem como metas programáticas e temporais, em relação à necessidade de novos equipamentos, reformulação dos existentes, atribuição de apoios ou introdução de respostas inexistentes no concelho.

Esta proposta faz ainda mais sentido num concelho como Tomar, riquíssimo em instituições de solidariedade social, entre as quais lares, centros de dia, creches, Santa Casa da Misericórdia, Centro de Assistência Social de Tomar, Cáritas, Cruz Vermelha, CIRE e Centro de Apoio à Família.

Esta rede formal e informal de instituições que existe na nossa comunidade permite colmatar lacunas sociais e intervir, de uma forma eficaz e célere, assumindo um papel preponderante no apoio às famílias tomarenses na atual conjuntura económico-social que atravessamos.

A segunda proposta apresentada, “Tomar + Oportunidades”, tem como objetivo a implementação de um programa de “oportunidades”, através de estágios de verão, para os jovens tomarenses, que frequentam o ensino superior, contactarem com o tecido empresarial local durante o período de férias escolares.

Este programa pretende estabelecer uma dinâmica que rejuvenesça os recursos das empresas locais, contribuindo para o seu desenvolvimento sustentado e inovação, através da massa crítica jovem do nosso concelho.

Desta forma, aos jovens tomarenses é dada uma oportunidade de enriquecimento nas suas áreas de formação, complementando o seu percurso académico. As empresas por outro lado, têm aqui a oportunidade de aproveitar o know how e a experiência adquiridos ao longo da formação superior dos jovens, fortalecendo os seus quadros e abrindo portas à inovação.

Ambas as propostas, que estão disponíveis no website da JSD Tomar (www.jsdtomar.pt), foram motivo de um extenso debate, resultando na sua aprovação por maioria.

Agora, ficamos a aguardar que o Município leve estas propostas a cabo.

Tiago Carrão
Presidente da JSD Tomar

Carta aberta à “dona disto tudo”

DSC_0011-1É com bastante orgulho e genuína felicidade que vejo implementado no meu concelho aquela que é a maior e mais atual demonstração de democracia participativa, o Orçamento Participativo.

No entanto não podemos deixar de lhe fazer um sincero pedido, a si e ao restante executivo: não avoquem os louros e sucesso de tal programa, (i) quer porque, estando perante um instrumento de democracia participativa, esses deverão ser entregues sim a todos os munícipes que criaram e submeteram a votação os seus projetos, (ii) quer porque, em termos gerais, estamos perante um instrumento recorrente pelo nosso Portugal fora, e em termos particulares, já tinha sido aprovado na Assembleia Municipal de Tomar em 2012.

Ora, posto isto, o regulamento/programa seguido foi o espelho do que vem sendo feito, não lhe conferindo nenhuma especificidade e inovações, ou por outras palavras, nenhum efetivo incremento de valor… pelo que não se pode dizer/fazer acreditar que a implementação deste Orçamento participativo se deve ao atual executivo camarário, antes se deve às pessoas!

Mas com esta carta, não pretendo apenas alerta-la, sob pena de estar verdadeiramente a tentar ensinar a missa ao padre, mas antes pelo contrário, pretendo dar-lhe uma outra visão desta matéria, de forma a que o Regulamento do Orçamento Participativo para 2016 traga novidades e inovações que fomentem ainda mais a participação cívica e popular. Naturalmente que os 5.150 votos válidos, são uma óptima demonstração do interesse popular, mas podemos ir sempre mais longe. 

Compreendemos todas as vantagens do recurso a um instrumento como o Orçamento Participativo, no entanto não podemos ignorar os riscos inerentes à falta de transparência e viciação de resultados. Desse modo, penso que no próximo Orçamento Participativo deveria ser incluído um “sub” Orçamento, o que significa dizer que parte do montante disponibilizado pelo Orçamento da Câmara Municipal de Tomar para a implementação do Orçamento Participativo deveria ser alocado a diferentes temáticas/projetos, em especial à juventude. Estaríamos a criar um verdadeiro Orçamento Participativo Jovem.

Evidentemente que todos os projetos e iniciativas são de louvar e merecem todo o respeito, no entanto não podemos ignorar que os Jovens de hoje são os Homens de amanhã, pelo que não poderão ser esquecidos, antes pelo contrário. Assim potenciando os projetos criados e promovidos por Jovens, estaríamos simultaneamente (i) a fomentar o empreendedorismo de todos aqueles que pretendam colocar as suas ideias/projetos a votação e (ii) a promover a participação cívica dos seus pares, que se sentiriam mais atraídos e motivados por projetos que lhes dissessem diretamente respeito.

A JSD Tomar reconhece a necessidade de potenciar as ideias/projetos dos jovens tomarenses, considerando o incremento de valor dessas iniciativas para o Município. Assim, colocamo-nos à disposição para colaborar numa regulamentação nesses termos, bem como para o desenvolvimento de projeto similar, convidando todas os representantes das juventudes partidárias e associações juvenis a fazerem o mesmo, pois só assim estaremos a defender a Juventude Tomarense.

António Bonet Vieira

Vice-Presidente da JSD Tomar

Um olhar sobre a Junta urbana

beatriz_schulzDepois de ser convocada praticamente para todas as Assembleias da União de Freguesias de São João Baptista e Santa Maria dos Olivais, e por saída de um companheiro, tornei-me elemento efectivo pelo Partido Social Democrata, coincidindo com a finalização do primeiro ano de mandato do actual executivo liderado pelo Sr. Augusto Barros.

Apesar de ser a maior freguesia do concelho, num ano muito pouco foi feito. Depois da agregação das freguesias, havia bastante expectativa nesta União que se tornou maior que a cidade e por isso quase uma “vice-câmara”, mas infelizmente, a sua ação fica muito aquém.

Esta semana, deparo-me com um artigo sobre o balanço do mandato, não sendo redigido pelos elementos da Junta, mas sim pela concelhia do PS de Tomar e desde logo se entende quem governa a União de Freguesias.

Desde as eleições autárquicas que tem sido assim. Entre o executivo camarário e o executivo da União de Freguesias, é um “ping-pong” de responsabilidades, como o caso do Mercado Municipal que continua sem haver notícias da sua abertura, e do estado lastimoso em que se tem encontrado a cidade, onde nunca ninguém entende o que é o perímetro urbano pois acaba por nem a Câmara nem a Junta assumirem os trabalhos de limpeza e remoção de ervas.

Tal como o Flecheiro, pertencente à antiga Freguesia de São João Baptista, do qual e pela primeira vez, foi feita uma promessa de resolução com um prazo. Acontece que já passaram muito mais de cem dias e nada se viu, nem sequer a preocupação do Sr. Presidente. A não ser que uma simples limpeza de terreno fosse a solução.

Um outro ponto deveras negativo são as reuniões da Assembleia da União de Freguesia que têm sido pautadas com os graves atritos entre os Independentes e o Partido Socialista (duas das três forças coligadas), com desentendimentos expostos na comunicação social local, e sem fim à vista.

Para além das intervenções e pequenas obras nas escolas, que não passam de uma obrigação, é de enaltecer a realização do programa “Junta Anima” o qual, apesar de ter uma grande importância, convém não esquecer que a população não é só constituída por crianças, devendo ser dado mais ênfase à juventude pois para além dos jovens tomarenses, todos os anos a cidade acolhe novos estudantes que ajudam a nossa economia. Mas, no entanto, nada é feito para melhorar a sua recepção.

Colaborar nas freguesias é uma experiência fantástica, que nos faz conhecer cada canto e sentirmos que contribuímos, nem que seja numa ínfima parte, para o progresso da nossa cidade e concelho.

 

Beatriz Schulz

Presidente da Mesa do Plenário da JSD Tomar

JSD Tomar entrega bens alimentares no CAF

A JSD Tomar deslocou-se na segunda-feira, dia 5 de janeiro, ao Centro de Apoio à Família onde entregou mais de uma centena de quilos de bens alimentares.

Os bens alimentares recolhidos são o resultado do Torneio de Futebol Solidário recentemente organizado, onde largas dezenas de participantes fizeram os seus donativos.

A JSD Tomar faz assim o seu contributo solidário e de reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo CAF, uma instituição que desempenha há vários anos um importante papel social no nosso concelho, prestando apoio a centenas de famílias.

XXIII Congresso Nacional da Juventude Social Democrata

Realizou-se nos dias 12, 13 e 14 de dezembro o XXIII Congresso Nacional da JSD, em Braga. Esta reunião magna da Juventude Social Democrata comprovou mais uma vez que a JSD é, sem dúvida, a maior e melhor juventude partidária portuguesa.

Ao longo dos 3 dias de trabalhos foram apresentadas 32 moções sectoriais, com 3 moções provenientes do nosso distrito, dedicadas à educação, a serem apresentadas e aprovadas: “Educação, porque queremos construir o futuro”, da JSD Distrital de Santarém; “Financiamento do ensino superior em Portugal: bases parar a reforma”, da JSD Cartaxo; “Não se nasce cidadão, é-se formado para o ser”, da JSD Santarém.

Um Congresso profícuo no debate de ideias e propostas, na discussão do futuro de Portugal e dos jovens, que culminou com a eleição de Cristóvão Simão Ribeiro como Presidente da Comissão Política Nacional da JSD.

 

A JSD Tomar marcou presença com a maior representação de sempre do nosso concelho, entre delegados, observadores e participantes, num total de de 5 congressistas: António Bonet Vieira, Carlos Schulz, Ricardo Carlos, Rui Samuel e Tiago Carrão.

 

Destaque ainda para a eleição de Tiago Carrão, Presidente da JSD Tomar, como Secretário-Geral Adjunto da Comissão Política Nacional, assegurando assim a representatividade de Tomar nos órgãos nacionais.

 

Também Gonçalo Gaspar, Presidente da JSD Distrital de Santarém, foi eleito como Vice-Presidente da CPN.

 

Este Congresso marcou também a despedida da estrutura de alguns militantes de reconhecido mérito, entre os quais o tomarense Carlos Schulz.