Plano de Atividades para 2018

No passado Plenário Concelhio da JSD Tomar do dia 20 de Janeiro de 2018, foi apresentado e aprovado o Plano de Actividades para 2018 que é aqui partilhado para que o possas consultar.

Fica atento à agenda do site da JSD Tomar e aos eventos que a JSD Tomar cria no facebook.

A Comissão Política da JSD Tomar espera poder contar contigo nas próximas actividades. Aparece!

Representação Portuguesa ao mais alto nível

Portugal, um país pequeno, o 109º maior em termos de área, o 86º em termos populacionais e 46º maior PIB nominal do mundo. Mas isto não impediu desde cedo de partir à aventura e à descoberta de terras e caminhos desconhecidos, dando outros mundos ao mundo e dando início a tão famosa globalização. Talvez seja isso, que ainda hoje esteja presente em nós, esse espírito de sacrifício, como disse Pessoa “Ó mar salgado, quanto do teu sal/São lágrimas de Portugal!/Por te cruzarmos, quantas mães choraram,/Quantos filhos em vão rezaram!”. Possivelmente é este sofrimento e resiliência que faz dos portugueses um povo forte e lutador, e apesar da sua dimensão, com representantes ao mais alto nível em diferentes áreas.

Olhando para a diplomacia europeia e mundial facilmente descobrimos exemplos como Durão Barroso que foi líder de uma Europa em profunda crise, ou Jorge Sampaio, que foi Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações e Enviado Especial do Secretário-Geral da ONU para a Luta Contra a Tuberculose.

Em breve teremos um português na posição mais alta da diplomacia mundial, como Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, organização da qual fazem parte 193 países e dois observadores e que tem como principal objetivo a promoção da paz no mundo. Trata-se de António Guterres, uma figura simples, com grande sucesso e rigor académico, que tem ocupado a sua vida recente na ajuda ao próximo. Entre 2005 e 2015, ocupou o cargo de Alto Comissário das Nações Unidas para os refugiados, onde trabalhou com uma equipa de cerca de dez mil pessoas em 125 países. Teve, ainda, a oportunidade de reformar a estrutura desta mesma organização aumentando a eficácia e a capacidade de resposta de emergência através de cortes na sua sede em Genebra – através da sua ação, o gabinete pelo qual foi responsável, triplicou a sua atividade.

Tudo isto levou a que por unanimidade, por aclamação, o Conselho de Segurança da Organizações das Nações Unidas propusesse o nome de António Guterres para o mais alto cargo da diplomacia mundial, mostrando assim que candidaturas de última hora apoiadas por grandes figuras nem sempre resultam. Agora, apenas falta a última fase, a eleição perante o órgão máximo da ONU, a sua assembleia, que certamente respeitará a indicação do conselho de segurança, ficando nós com a certeza que quem ficou a ganhar com isto foi o mundo e a sua segurança.

Os próximos anos não serão fáceis. Conseguirá o novo SG melhorar as relações entre os Estados Unidos e a Rússia? E que fará relativamente à Coreia do Norte e ao perigo que este país representa para o mundo? A guerra na Síria, a relação Israelo-árabe e a crise dos refugiados do médio-oriente são outros grandes problemas a que Guterres e a sua equipa terão de dar resposta. Apesar de todas as adversidades, estou certo de que António Guterres estará à altura do desafio.

Vivam os portugueses!

Ricardo Carlos

Secretário-Geral da JSD Tomar

*redigido a 9 de Outubro de 2016

ConvExit

 

É com algum espanto que assisto a um fenómeno recorrente no que ao turismo nabantino diz respeito.

A reconhecida e frequente azáfama de transportes públicos (e também privados) que se regista no convento, refletem-se através dos números que registam esse mesmo fluxo de visitantes. Sendo que, desta forma, há que reconhecer o Convento de Cristo como o quarto monumento mais visitado de Portugal, com cerca de 254 mil entradas só no ano passado, superando até monumentos como o Mosteiro de Alcobaça e o Panteão Nacional.
A realidade é que esta “corrente” de visitas tem ainda tendência para aumentar, segundo certos estudos da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), demonstrando que, nos últimos 5 anos, o monumento templário aumentou para cerca de 64% o número de entradas vendidas, o que reflete, á partida, um saudável índice turístico para o concelho.

Contudo, é com um certo espanto que assisto a esse mesmo fator positivo, uma vez que não encontro, a meu parecer, qualquer “ponte” que ligue este monumento ao restante turismo urbano da cidade. Sendo que, o grande movimento envolvente do Convento não se transmite para a cidade de Tomar que, desta forma, acaba por perder um pouco do seu verdadeiro realce.
A complexidade de movimentos envolvendo a avenida Dr. Vieira Guimarães, nasce e morre nessa mesma subida, a maioria dos 254mil visitantes, conhece o Convento sem nunca chegar a ver o nabão.

Quase como um “ConvExit”, parecendo que esse símbolo templário se quer afastar da restante cidade em termos de turismo.

Esse “afastamento” deve ser refletido por parte da população mas, principalmente, pelas entidades competentes, sendo necessário compreender que cabe a todos nós, Nabantinos, tentar promover e procurar criar uma maior expansão do espaço turístico da cidade.

A cidade templária é dona de tremendos encantos e fascínios que facilmente captam a atenção de qualquer turista e com o enfraquecimento do fulgor fabril de outros tempos, é no turismo que o comércio da cidade encontra refúgio.

Através de protocolos ou de melhor articulação de transportes públicos, seria possível absorver melhor esse turismo e distribuir as suas vantagens por todo o concelho e não apenas no convento de Cristo.

 

Afonso Valente de Brito

Vice-presidente da JSD Tomar

Educação: Preconceito ou Qualidade?

Muito se tem falado nas últimas semanas sobre o sistema de Educação em Portugal, ensino público versus privado, e a cessação de contratos de associação que asseguram um ensino de qualidade a milhares de alunos em todo o país.

Apesar de não ser uma especialista em matéria de Educação, tenho muito mais perguntas do que respostas acerca deste assunto.

Porque tenho a certeza do seguinte, e aproveito para citar o professor e defensor acérrimo da meritocracia e responsabilidade, José António Salcedo, “Considero inadmissível que seja o Estado a determinar que alunos vão para cada escola. Como considero inadmissível que seja o Estado a determinar que professores vão para cada Escola. Como considero inadmissível que o Estado venha progressivamente a cortar a liberdade e a responsabilidade sob as quais as escolas funcionam.”.

Logo à partida, condeno as confusões geradas à volta da importância da escola pública, em detrimento da escola privada e de todo o preconceito “anti-privado” com que a Esquerda tenta manipular a opinião pública.

Porque a missão do Estado é, como indica o artigo 43º da Constituição, assegurar a educação de todos os alunos durante o período de ensino obrigatório, seja através de escolas públicas, privadas ou mistas, garantindo a sua liberdade de escolha para aprender.

Não é o que acontece, no ensino público não há uma verdadeira liberdade de escolha. É preciso ter a morada “certa” para entrar na Escola Pública “certa”. E, onde a qualidade não estiver assegurada pelo ensino público, há que permitir a opção pelo ensino privado, independentemente da capacidade financeira da família do aluno.

Isto leva-nos à divisão que interessa (seja à esquerda ou à direita): Boas e Más Escolas. Bons e Maus Professores. Que existem tanto no ensino estatal como no privado.

Por isso, importa falar de como podemos construir uma rede ensino de qualidade. Independentemente da sua natureza pública ou privada. Aprender e replicar as boas práticas e corrigir as más.

Enquanto isto o Governo vai tomando posições, baseadas em demagogias e em números soltos, que só prejudicam seriamente os alunos e os pais. Todos nós, inclusive quem decide, beneficiaríamos se existissem estudos rigorosos e quantitativos dos custos e benefícios associados aos vários tipos de financiamento, que trouxessem à discussão pública um debate inteligente sobre como construir uma rede nacional de ensino de qualidade, inclusiva e de referência.

Cabe-nos a nós, estruturas partidárias, e sociedade civil chamar à discussão todos os intervenientes e responsáveis por este tema e exigir a mudança para um paradigma mais transparente e coerente na Educação em Portugal.

Na Política ou na nossa vida pessoal, a ignorância não é uma virtude!”

Quem o disse foi o Presidente dos EUA, Barack Obama, no passado dia 15 de Maio no discurso dirigido aos finalistas de 2016 na Escola Rutgers, na Universidade Estatal de New Jersey, sobre o comportamento desajustado de alguns políticos em plena campanha presidencial, que se dirigem ao eleitorado falando de matérias que desconhecem.

Ou seja, ao que estamos habituados: as Não-Verdades. Mas não é isso que quero para Tomar. Não é isso que quero para Portugal. E, com certeza, não é essa educação que quero para as novas gerações.

O pensamento crítico nunca foi tão importante como agora.

É, por isso, fundamental que hajam decisões responsáveis baseadas em informação mais credível e isenta de influências, comportamentos e opções políticas mais adequadas para um eleitorado cada vez mais informado e mais exigente!

Recuso-me a aceitar menos que isso.

Catarina Ferreira
Vice-Presidente JSD Tomar

36º Congresso Nacional do PSD

Decorreu no passado Fim de Semana em Espinho, entre os dias 1 e 3 de Abril o 36º Congresso Nacional do Partido Social Democrata. A Juventude Social Democrata de Tomar fez-se representar pelo seu Presidente da Comissão Politica, Rui Samuel Gomes e pelo seu Presidente da Mesa do Plenário Concelhio, Tiago Carrão.

O Congresso foi um momento de reflexão e debate sobre o futuro do Partido e do País, culminando na eleição dos Órgãos Nacionais.

Rui Samuel Gomes eleito Presidente da JSD de Tomar

 

 

No passado sábado, dia 20, decorreram eleições para eleger a nova constituição da Comissão Politica, como, também, da Mesa do Plenário Concelhio da JSD de Tomar. A candidatura “Continuar a Construir o Futuro da Juventude” tem como grande objectivo continuar o bom trabalho de elevação da estrutura, que até aqui tem sido realizado. Considera-se, fundamental, aproximar a JSD dos jovens em geral, como também, aproximar a JSD dos seus militantes.

Os próximos dois anos serão de grande exigência no que diz respeito ao combate político. Ciente dessa responsabilidade, a presente candidatura procura juntar em seu torno os militantes mais capazes e melhor preparados que possuí, nunca esquecendo o empenho e dedicação que estes têm tido ao longo dos últimos anos; e obter o mais abrangente e completo plano de actividades, de forma a fazer frente às exigências que se impõem no dia-a-dia.

A este acto eleitoral apresentou-se apenas uma única lista corrente: “ Continuar a Construir o Futuro da Juventude”, constituída por:

 

Comissão Politica

Presidente – Rui Samuel Martins de Alferes Gomes         

Secretário-Geral – Ricardo Jorge Martins Carlos

Vice- Presidente – António Pedro Bonet Vieira

Vice- Presidente – Catarina Isabel da Silva Ferreira

Vice- Presidente – Afonso José Valente de Brito

Vogal – Rui Jorge Fernandes Godinho

Vogal – Guilherme Franco Grácio

Vogal – Simão Pedro Costa Rodrigues

Vogal – Filipe Daniel Lopes Barnabé

Vogal – Hugo da Silva Reis

Vogal – Duarte Miguel Santos Joaquim

Vogal – Daniel Graça Sousa

Vogal – Ana Carolina dos Santos Marques

Suplente – Emanuel André de Oliveira Felisberto

Suplente – João Miguel dos Santos Carvalheiro

Suplente  – André Filipe Nunes Oliveira

Suplente  – Bruna Alexandra Matias da Silva

­Suplente  – Nuno Gonçalo Pereira da Silva

Suplente – Gabriel Ângelo  Santos Bonet

Suplente – Rodrigo Daniel Nunes Carrão

Suplente – João Afonso da Silva Narciso

 

Mesa Plenário Concelhio

Presidente  – Tiago Manuel H. Carrão     

Vice-presidente – Guilherme Nuno Madeira e Silva

Secretária – Sara Margarida C. de Oliveira

Suplente – Vânia Patrícia Rufino de Sousa

Suplente – Andreia Filipa Silvério Bernardo

 

Rumo ao futuro ou regresso ao passado?

Faltam menos de duas semanas para as eleições legislativas, determinantes no traçar do caminho que o nosso país vai percorrer nos próximos 4 anos. Rumo ao futuro ou regresso ao passado, esta é a escolha que os portugueses têm pela frente no próximo dia 4 de outubro.

Regresso ao passado, é de facto a promessa de António Costa e do Partido Socialista para a governação de Portugal. Dia após dia, António Costa prossegue a sua propaganda de falsas promessas e mentiras, sem se aperceber que os portugueses querem e merecem mais!

O início da caminhada de António Costa fez-se com uma facada nas costas de António José Seguro e, como diz o povo, “o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita”.

A partir daí, ao longo dos últimos meses com tendência a agravar-se nas últimas semanas, temos assistido a uma sucessão de devaneios, a começar com a colagem a Tsipras e às opções da Grécia, para mais tarde reconhecer que Portugal está numa situação diferente e que o Syriza não é exemplo a seguir.

Incapaz de reconhecer o que de bom está a acontecer em Portugal, o Partido Socialista teima em esquecer ou distorcer todos os resultados positivos que temos alcançado, negando os dados oficiais de um crescimento de 1,5% da nossa economia ou a criação de 230 mil novos empregos desde o início de 2013. Qual é a credibilidade de quem assume esta postura?

Isto para não falar nas declarações que António Costa fez recentemente aos portugueses, anunciando que se a coligação vencer as eleições legislativas, irá votar contra o Orçamento de Estado, um orçamento que desconhece! Se isto não é chantagem, não sei o que será. Qual é a credibilidade de quem toma estas posições?

O nosso país, o governo e os portugueses precisam (merecem!) estabilidade. No entanto, António Costa continua a insistir em se mostrar indisponível para chegar a um acordo para a reforma da segurança social. Como se não bastasse, ainda está bastante fresco na nossa memória a incapacidade de António Costa em responder no debate na rádio onde vai cortar mil milhões de euros em prestações sociais.

Queremos mesmo um Primeiro-Ministro que não está aberto ao diálogo e ao compromisso? Queremos mesmo um Primeiro-Ministro que nem as suas próprias contas consegue explicar?

Não é o que quero para o meu país, não é o que oiço os portugueses quererem para o nosso país.

Estas eleições legislativas são a oportunidade de julgar quem fez bem por Portugal e quem não o fez, quem em 2011 levou o nosso país a uma situação de bancarrota, sem dinheiro para pagar salários e pensões, e quem, após 4 anos de muito esforço de todos nós, conseguiu colocar Portugal no caminho certo, de crescimento e de recuperação.

Por outro lado, com a coligação Portugal à Frente, com Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, temos a opção de continuar o caminho que tem sido traçado nos últimos 4 anos, temos a opção de rumar ao futuro.

Se hoje temos a possibilidade de sonhar mais alto, se hoje podemos ambicionar um país melhor, se hoje Portugal pode mais é devido ao esforço e sacrifício de todos nós e da determinação do governo PSD-CDS que conseguiu, pela primeira vez na nossa história democrática, concluir uma legislatura de uma exigência extraordinária, a tarefa de reerguer Portugal!

Foi enorme o esforço de recuperação de Portugal e, apesar de ainda termos um longo caminho a percorrer, estamos no rumo certo e os resultados comprovam-no: a economia portuguesa a crescer 1,5%; a inversão da tendência decrescente na natalidade, com 2015 a registar mais 1500 nascimentos; a emissão de dívida com juros negativos, pela primeira vez na história; a confiança dos portugueses a atingir máximos de 2002; as exportações que cresceram 9% face ao ano passado, representando mais de 40% do PIB.

Tudo isto sem esquecer as pessoas e quem mais precisa: a taxa de desemprego caiu para 11,9%, o valor mais baixo desde 2010; na saúde o preço dos genéricos reduziu para metade, mais 646 mil utentes têm médico de família e 6 milhões de portugueses estão hoje isentos; na educação o abandono escolar desceu de 28% para 17%.

A coligação Portugal à Frente é a garantia de que não voltaremos a depender de intervenções externas, é a garantia de uma governação responsável e credível, de um crescimento sustentado e de um país mais justo e equilibrado.

Estas eleições legislativas são a oportunidade de julgar quem fez bem por Portugal e quem não o fez, quem em 2011 levou o nosso país a uma situação de bancarrota, sem dinheiro para pagar salários e pensões, e quem, após 4 anos de muito esforço de todos nós, conseguiu colocar Portugal no caminho certo, de crescimento e de recuperação.

Estas eleições legislativas são, acima de tudo, a escolha entre a responsabilidade e a credibilidade ou a instabilidade e a insegurança. São a escolha entre o rumo ao futuro ou o regresso ao passado. Estou certo que os portugueses saberão tomar a decisão certa.

Tiago Carrão
Presidente da JSD Tomar

JSD no executivo camarário

No passado dia 11 de março, Beatriz Schulz, presidente da mesa da assembleia de militantes da JSD Tomar, tomou posse como vereadora da oposição, em regime de substituição, na Câmara Municipal de Tomar.

A JSD Tomar congratula-se com esta tomada de posse, não só pelo facto da Juventude Social Democrata de Tomar estar assim representada num órgão da importância do executivo camarário, mas especialmente por toda a juventude tomarense ter agora uma voz ativa na defesa dos seus interesses junto do município.

É de salientar a existência de um vereador jovem social democrata no nosso concelho, o que comprova o mérito e a competência dos nossos jovens nos diferentes órgãos autárquicos, desde assembleias de freguesia à assembleia municipal e agora também na câmara municipal.

Os jovens autarcas social democratas de Tomar são hoje elementos de destaque nas funções que desempenham, através da apresentação de várias propostas e uma postura responsável, em prol da juventude do nosso concelho.

Neste espírito, Beatriz Schulz estreou-se com a apresentação de duas propostas, “Skate Parque” e “Gabinete de Apoio ao Portugal 2020”, bem como uma recomendação sobre a limpeza de Tomar.

Votos de muito sucesso Beatriz!

JSD Tomar entrega bens alimentares no CAF

A JSD Tomar deslocou-se na segunda-feira, dia 5 de janeiro, ao Centro de Apoio à Família onde entregou mais de uma centena de quilos de bens alimentares.

Os bens alimentares recolhidos são o resultado do Torneio de Futebol Solidário recentemente organizado, onde largas dezenas de participantes fizeram os seus donativos.

A JSD Tomar faz assim o seu contributo solidário e de reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo CAF, uma instituição que desempenha há vários anos um importante papel social no nosso concelho, prestando apoio a centenas de famílias.